Apostamos que a sua resposta sai de rajada com um valente... SIM! Porquê? Já lá vai o tempo em que costurar ou passar algumas horas sentada no sofá a fazer tricô era uma tarefa destinada às avós. Na melhor das hipóteses, os elementos mais novos da família reservavam-na apenas aos maiores de 55 anos. Hoje, a situação inverteu-se. É verdade que o desemprego obrigou muitas pessoas a descobrirem outras aptidões e a arranjarem novas formas de rendimento. A costura tornou-se um escape para os momentos de crise, “arrastando” muita gente para workshops, onde aprendem as técnicas recentes das artes manuais.
Nesta edição, falamos-lhe da Companhia das Agulhas, uma escola que começou há pouco tempo a dar os primeiros passos, mas que mostra o seu potencial em pleno coração de Lisboa, através de aulas de bordados, costura e modelagem, tricô, crochê, drapping, patchwork, entre muitas outras. Os projetos apresentados neste número também são vários e inspiradores. Desde uma bolsa para colocar à cintura, ideal para um dia de passeio, a almofadas e bonecos que prometem atribuir um novo colorido ao quarto dos seus filhos, passando por malas práticas e originais, são muitas as ideias que poderá colocar em prática com as suas próprias mãos.
Até breve!
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